Trinidad e Tobago
Trinidad e Tobago

Trinidad e Tobago

Nome oficial

Republic of Trinidad and Tobago

Localização

Caribe. Ilhas situadas entre o mar do Caribe e o oceano Atlântico norte, a nordeste da Venezuela

Estado e Governo¹

República parlamentarista

Idiomas¹

Inglês (oficial), hindustani caribenho (dialeto do hindi), espanhol, chinês e francês

Moeda¹

Dólar de Trinidad e Tobago

Capital¹

Port of Spain
(34 mil hab. em 2014)

Superfície¹

5.128 km²

População²

1.222,363 hab. (2015)

Densidade
demográfica²

259 hab./km² (2010)

Distribuição
da população³

Urbana (9,09%) e
rural (90,91%) (2010)

Analfabetismo¹

1% (2015)

Composição étnica¹

Indianos do leste (35,4%), africanos (34,2%), outros mestiços (15,3%), mestiços de africanos e indianos do leste (7,7%), outros (1,3%), não especificada (6,2%) (2011)

Religiões¹

Protestantes (32,1%), católica romana (21,6%), hindu (18,2%), islâmica (5%), testemunha de Jeová (1,5%), outras (8,4%), nenhuma (2,2%), não especificada (11,1%) (2011)

PIB (a preços constantes de 2010)

US$ 20,629 bilhões (2013)

PIB per capita
(a preços constantes de 2010)⁴

US$ 15.382,2 (2013)

Dívida externa
pública⁴

US$ 1,69 bilhão (2013)

IDH⁵

0,766 (2013)

IDH no mundo
e na AL

64° e 8°

Eleições¹

Presidente eleito por um colégio eleitoral composto de membros do Senado e da Câmara de Representantes para um mandato de 5 anos. Primeiro-ministro indicado pelo presidente. Legislativo bicameral composto de uma Câmara de Representantes com 41 membros e Senado de 31 membros, ambos eleitos para um mandato de 5 anos.

Fontes:
¹ CIA. World Factbook
² ONU. World Population Prospects: The 2012 Revision Database
³ ONU. World Urbanization Prospects, the 2014 Revision Database
  CEPALSTAT
⁵  ONU/PNUD. World Development Report, 2014

As duas ilhas que formam o país sul-caribenho situam-se no delta do rio Orenoco, praticamente no litoral da Venezuela (Trinidad fica a apenas 12 km da costa). A área total do arquipélago é de 5.128 km² –­ Trinidad tem 4.830 km² e Tobago, 298 km².­ Sua população, de 1,2 milhão de habitantes (2015), etnicamente, divide-se em dois grandes grupos: os afrodescendentes (43%) e os indianos (35%) –­ com expectativa de vida estimada em 71,3 anos (período 2000-2005) e o inglês como idioma oficial. Port of Spain é a capital e principal cidade.

Indianos no campo, negros nas cidades

A ilha de Trinidad, avistada em 1498 por Cristóvão Colombo, foi colônia espanhola até a criação do Tratado de Amiens, de 1802, quando passou para o domínio inglês. Tobago só foi ocupada por colonizadores europeus em 1632, com a chegada dos holandeses. Mais tarde, foi disputada pelos franceses e, depois de mudar de dono várias vezes, terminou sob controle inglês, em 1814. Somente em 1898, a administração das duas ilhas foi unificada pelos colonizadores britânicos.

Após a abolição da escravidão nas colônias inglesas, em 1834, começaram a chegar os trabalhadores indianos (e, em número bem menor, os trabalhadores chineses e portugueses). Seus descendentes, nas décadas seguintes, concentraram-se nas zonas agrícolas, enquanto a maior parte dos negros fixou-se nas cidades. A monocultura de exportação das ilhas durante o século XIX, a exemplo da região, foi a da cana-de-açúcar.

As primeiras manifestações pela autonomia de Trinidad e Tobago ocorreram na década de 1920, algumas induzidas pela própria metrópole. Em vista disso, algumas funções públicas locais passaram a ser exercidas por trinitário-tobaguenses. Em 1942, foi formada a Comissão Caribenha Anglo-Americana (AACC), com o objetivo de administrar as principais questões e os programas econômicos e sociais da região. A comissão representava as quatro potências coloniais do Caribe: Estados Unidos, Inglaterra, França e Holanda. Nessa época, a Grã-Bretanha cedeu aos Estados Unidos o direito de estabelecer bases militares em Trinidad (em Chaguaramas) e em Barbados.

A guerra e a independência

Durante a Segunda Guerra Mundial, os britânicos passaram a enfrentar dificuldades crescentes para manter seu império colonial. Os EUA aproveitaram a ocasião e trocaram cinquenta navios de guerra para obter a ampliar a sua presença no Caribe. Entre 1943 e 1955, Eric Williams – o futuro líder da independência de Trinidad – participou ativamente dos trabalhos da Comissão Caribenha. Acabou, contudo, expulso da organização após denunciá-la como centro de defesa dos interesses das potências coloniais.

Rua Frederick, a rua comercial principal de Porto de Espanha, capital de Trinidad e Tobago, na década de 1950 (www.nationalarchives.gov.uk)

 Muito bem relacionado com intelectuais e políticos de várias partes do mundo, pragmático e avesso a radicalismos, Williams passou a buscar a separação da Grã-Bretanha no interior das instâncias burocráticas internacionais. Em 1956, Trinidad e Tobago deu o primeiro passo concreto para a independência ao obter o direito de autogoverno para as questões internas. O partido Movimento Nacional Popular (MNP), fundado no mesmo ano e liderado por Williams, ganhou as eleições locais, iniciando uma longa jornada de mais de trinta anos no poder.

Em 1962, o país afastou-se da Federação das Índias Ocidentais (1958-1962), associação criada pelos britânicos, proclamando a independência em 31 de agosto. Eric Williams tornou-se primeiro-ministro. Ele e o MNP venceram todas as eleições seguintes – 1966, 1971 e 1976 – e Williams permaneceu como chefe de governo até sua morte, em 1981.

 

Rua Frederick, em 2012 (Anneli Salo/Wikimedia Commons)

Petróleo e a retomada de Chaguaramas

As lutas sociais, baseadas na crescente atividade sindical, e os movimentos nacionalistas amadureceram durante a década de 1960. Os trinitário-tobaguenses passaram a reivindicar, além de melhores condições de vida, a nacionalização das reservas de petróleo e a retomada da base estadunidense de Chaguaramas. Apesar disso, a concessão da base foi renovada até 1981, em troca de favores para as empresas do país.

Em 1970, ocorreu uma série de grandes manifestações de oposição ao governo, reunindo trabalhadores negros, desempregados, frações burguesas e outros setores marginalizados, como os indianos. Em Trinidad e Tobago o movimento black power teve grande influência como polo oposicionista articulado. Em torno dele aglutinaram-se trabalhadores e intelec­tuais que buscavam alternativas políticas ao governo de Eric Williams.

O crescimento econômico, contudo, levou ao desafogo das graves pressões políticas. Na década de 1970, ocorreram grandes transformações na base produtiva do país, a partir da descoberta de grandes jazidas de petróleo e gás natural. Com isso, as ilhas-irmãs libertaram-se do destino agroexportador dos seus vizinhos caribenhos. A incrível valorização dos preços do petróleo naquela década proporcionou uma grande expansão econômica (crescimento de 72,5% no período de 1970-1977 e crescimento médio de 5,6% no período 1970-1980). Ao lado da Jamaica, Trinidad passou a ser uma das principais lideranças entre as ex-colônias britânicas espalhadas pelo Caribe.

Grandes empresas estrangeiras como a Shell e a Texaco instalaram refinarias no país, que passou a ser o principal fornecedor de combustíveis fósseis para o resto do Caribe. O crescimento econômico e a promessa de prosperidade financeira arrefeceram a luta política dos trabalhadores urbanos. As oportunidades econômicas abriram espaço para a incorporação de significativas parcelas da população afro-trinidadiana à elite do país. O Estado, com isso, pôde responder a algumas demandas da população, fornecendo crédito a pequenos empreendimentos e financiamentos a grandes projetos. Mesmo os indo-trinitários, ainda vinculados às zonas rurais, tiveram oportunidades de ascensão social devido ao enriquecimento geral propiciado pelo petróleo.

Apesar do petróleo encontrado, em 1975, eclodiram grandes greves, que representaram um importante desafio ao governo de Williams. Dessa vez, o movimento não partiu exclusivamente dos black powers, pois os indianos participaram ativamente do processo. Apesar da derrota, a mobilização ensejou a criação da Frente Trabalhista Unida (FTU), que estreou eleitoralmente em 1976, conquistando 10 das 36 cadeiras do Parlamento. Nesse mesmo ano, a população optou pela mudança da forma de governo. Trinidad e Tobago deixou de ser uma monarquia constitucional e a rainha Elizabeth II deixou de ser chefe de Estado. Passou a ser uma república, cujo chefe de Estado seria um presidente da República eleito por um Colégio Eleitoral.

O Centro de Artes Cênicas de Porto de Espanha, em Trinidad e Tobago (David Stanley/Creative Commons)

Crise e vitória da oposição

Com a queda dos preços do petróleo na década de 1980 e a concorrência de refinarias instaladas no sul dos EUA, a economia do país entrou em crise. Diante do crescimento da dívida externa, o governo começou a seguir alguns programas de ajuste. Foram os primeiros passos em direção a uma política de corte de gastos públicos e privatização da economia, que seria amplamente nacionalizada em alguns setores no fim da década de 1970. O lado adverso da euforia gerada pelos recursos da exploração do óleo mineral foi a contração da agricultura. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) durante a década de 1980 foi muito baixo, apenas 0,7% no período de 1980-1990, e os preços dos gêneros alimentícios subiram.

Apesar da oposição que enfrentou ao longo de toda a década de 1970, o MNP conseguiu manter-se no poder. Após a morte de Williams, em 1981, ainda elegeu ­George Michael Chambers, primeiro­-­ministro que protestou contra a invasão militar de Granada pelos EUA, em 1983.

Após mais de trinta anos no poder – contando o período anterior à independência, em que Williams governou como ministro-chefe –, em 1986, o MNP foi derrotado e o comando do país passou à Aliança Nacional para Reconstrução (ANR), sob a liderança de Arthur Robinson, que se tornou primeiro-ministro.

Pressões das multinacionais e dos indianos

A ANR venceu como partido multiétnico, composto por descendentes de africanos e de indianos. No entanto, em 1988, os indianos retiraram-se da coalizão. Liderados por Basdeo Panday, formaram o Congresso Nacional Unido (CNU). Em 1990, houve uma tentativa malsucedida de derrubada do governo da ANR pelo grupo extremista muçulmano Jamaat al Muslimeen.

O governo de Arthur Robinson implantou o programa de reformas neoliberais do FMI. Em 1989, ao argumentar a favor do acordo com o Fundo, Robinson afirmou que a visão do Estado como uma “incansável mãe”, eterna fiadora do bem-estar social, deveria ser abandonada (Thomas Klak).

As eleições seguintes, de 1991, trouxeram de volta ao poder o MNP, tendo como primeiro-ministro Patrick Manning. Em 1993, o país tornou a recorrer ao FMI, que passou a exigir um conjunto de amplas reformas – o Programa de Ajustamento Estrutural. O governo chegou a ser encorajado pelos consultores estrangeiros a vender largas faixas da costa da ilha de Tobago para redes hoteleiras internacionais.

Em 1995, porém, aconteceria um fato inédito na política de Trinidad e Tobago. Pela primeira vez na história do país um político de ascendência indiana assumiria a função de primeiro-ministro. Graças à coalizão ANR-CNU, Basdeo Panday foi o escolhido. Entretanto a eleição de Panday não representou qualquer mudança significativa na orientação neoliberal.

Manning voltaria ao cargo de primeiro-ministro em 2001 e governaria até 2010, quando a ANR retomaria o poder com Kamla Persad-Bissessar, a primeira mulher do país a assumir como primeira-ministra. Ela permaneceu no cargo até setembro de 2015 e foi sucedida por Keith Rowley, do MNP.

Vista da capital Porto de Espanha (Anneli Salo/Wikimedia Commons)

Instabilidades e proximidade da Venezuela

O país sofre com outros focos de instabilidade. Um deles vem das poderosas empresas estrangeiras instaladas na ilha, como a BP Trinidad e Tobago. Sucessora das antigas Amoco Trinidad Oil Company and BP Amoco, responsável por 70% da produção de petróleo local, ela e outras gigantes, como a Exxon Mobil e a Chevron, passaram a controlar também as grandes jazidas de suas águas territoriais, descobertas nos anos 2000, que colocaram Trinidad e Tobago como o possuidor da maior reserva de gás natural das Américas.

Outro problema que sempre volta à tona é a base de Chaguaramas, instalada durante a Segunda Guerra Mundial. O enclave estrangeiro nunca foi bem-visto pela população. A base funciona como foco permanente de críticas.

A vizinha Venezuela, desde a presidência de Hugo Chávez, fez diversas demonstrações de interesse em estreitar os laços com o governo de Port of Spain, assim como com todo o Caribe. Uma das consequências do esforço venezuelano foi a criação, em junho de 2005, da Petrocaribe, acordo entre os catorze países da região, mesmo os que não possuem reservas petrolíferas. Por instâncias de Chávez, o Tratado envolveu apenas os Estados, excluindo as petrolíferas estrangeiras. O acordo previa a cooperação regional e a concessão de subsídios aos países mais pobres, cláusula que, entretanto, foi rejeitada por Trinidad e Tobago (maior produtor local) e Barbados.

Vista do Forte George, ao fundo as Cinco Ilhas, em Porto de Espanha (Grueslayer/Wikimedia Commons)

Fim da euforia neoliberal

Passada a onda de grandes expectativas geradas pelas reformas neoliberais, pode-se constatar a deterioração de alguns índices como o de desigualdade social, desnutrição e analfabetismo. Apesar disso, todos os últimos governos que ascenderam ao poder não abriram mão de manter o receituário ortodoxo do FMI e do Banco Mundial. A taxa de população que vive na pobreza está estimada em mais de 20%.

O país manteve um bom nível de crescimento econômico até o início dos anos 2000. No período de 1993-2003, verificou-se um índice médio de 5,4%, 6,8% em 2002 e, em 2003, o país conseguiu chegar ao impressionante índice de crescimento do PIB de 13,2% (BID, 2003). O PIB, assim, alcançou a cifra dos U$ 10,5 bilhões. O principal parceiro econômico são os EUA, que respondem por 56,9% das exportações e 42% das importações do país.

 

Dados Estatísticos

Indicadores demográficos e econômicos do Suriname

1950

1960

1970

1980

1990

2000

2010

2020*

População 
(em mil habitantes)

646

848

946

1.085

1.222

1.268

1.328

1.349 

• Sexo masculino (%)

50,18

50,18

49,64

49,69

49,81

49,73

49,49

... 

• Sexo feminino (%)

49,82

49,82

50,36

50,31

50,19

50,27

50,51

... 

Densidade demográfica (hab./km²)

126

165

184

212

238

247

259

263 

Taxa bruta de natalidade 
(por mil habitantes)**

39,64

35,94

26,90

28,91

18,09

14,91

14,6*

11,4 

Taxa de crescimento 
populacional**

2,73

1,45

1,34

1,52

0,54

0,45

0,28*

-0,24 

Expectativa de vida 
(anos)**

57,88

64,08

65,45

67,27

68,22

68,68

69,8*

70,9 

População entre 
0 e 14 anos (%)

39,95

42,81

41,44

33,96

33,58

25,58

20,72

20,2 

População com mais 
de 65 anos (%)

4,00

3,53

4,21

5,47

5,77

6,53

8,29

11,5 

População urbana (%)¹

21,42

17,35

11,88

10,86

8,53

10,78

9,09

8,09

População rural (%)¹

78,58

82,65

88,12

89,14

91,47

89,22

90,91

91,91

Participação na população 
latino-americana (%)***

0,38

0,38

0,33

0,30

0,27

0,24

0,22

0,20

Participação na população 
mundial (%)

0,026

0,028
 

0,026

0,024

0,023

0,021

0,019

0,017

PIB (em milhões de US$ 
a preços constantes de 2010)

7.700,0

11.874,0

20.578,4

...

• Participação no 
PIB latino-americano (%)

0,291

0,332

0,414

... 

PIB per capita (em US$ a 
preços constantes de 2010)

6.301,6

9.364,5

15.494,7

... 

Exportações anuais 
(em milhões de US$)

2.728,3

1.960,1

4.290,3

11.238,9

... 

• Exportação de produtos
manufaturados (%)²

12,8

5,0

26,7

28,8

31,9

... 

• Exportação de produtos
primários (%)²

87,2

95,0

73,3

71,2

68,1

... 

Importações anuais
(em milhões de dólares)

1.789,1

947,6

3.321,5

6.503,5

... 

Exportações-importações
(em milhões de US$)

939,2

1.012,5

968,8

4.735,4

... 

Investimentos estrangeiros 
diretos líquidos 
(em milhões de US$)

184,5

109,4

654,3

549,4

... 

Matrículas no 
ciclo primário³

...

166.763

189.623

168.532

131.350

... 

Matrículas no 
ciclo secundário³

...

...

99.850

...

... 

Matrículas no 
ciclo terciário³

...

5.637

...

7.737

... 

Médicos⁴

352

802

802

1.275

... 

Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH)

0,658

0,658

0,697

0,764

... 

Fontes: ONU. World Population Prospects: The 2012 Revision Database

¹ Dados sobre a população urbana e rural retirados de ONU. World Urbanization Prospects, the 2014 Revision
² Se incluem as reexportações nos anos de 2007 a 2010
³ UNESCO. Institute for Statistics
⁴  Os dados para os anos de 2000 e 2003 em diante são provisórios
⁵  UNDP. Countries Profiles 

* Projeção. | ** Estimativas para o quinquênio. | *** Inclui o Caribe.

Obs.: Informações sobre fontes primárias e metodologia de apuração (incluindo eventuais mudanças) são encontradas na base de dados ou no documento indicados.

 

Mapas

 

Bibliografia

  • AZEVEDO, Elizabeth Ribeiro; HERBOLD, Hildegard. Caribe: O paraíso submetido. São Paulo: Brasiliense, 1986. (Coleção Primeiros Passos, n. 108).
  • ELU, Juliet. The journey so far: The effect of structural adjustment programme (SAP), Sustainable growth, and development in the caribbean region. The Western Journal of Black Studies, v. 24, Issue: 4, 2000, p. 202.
  • ENCICLOPÉDIA DO MUNDO CONTEMPORÂNEO. 3. ed. revisada e atualizada. Rio de Janeiro/São Paulo: Terceiro Milênio/Publifolha, 2002.
  • KIERNAN, James Patrick. Eric Williams: Trinidad’s man for all season. Americas, p. 56, v. 51, 1999.
  • MARTIN, Tony. Eric Williams and the Anglo-American Caribbean Commission: Trinidad’s future nationalist leader as aspiring imperial bureaucrat, 1942-1944. The Journal of African American History, p. 274, v. 88-3, 2003.
  • POTTER, Robert B.; LLOYD-EVANS Sally. Sun, fun and a rum deal: Perspectives on development in the Commonwealth Caribbean. Focus, 1997. v. 44- 4, p. 19.
  • MEDITZ, Sandra W.; HANRATTY, Dennis M. Islands of the Commonwealth Caribbean: a regional study. Washington, D.C: Federal Research Division, Library of Congress, 1989.